Você já prestou atenção que quando está ansioso para que algo aconteça você não produz absolutamente nada? Fica ali roendo suas unhas sentindo a dor de fazer isso para que talvez com a dor se lembrar de ficar com os pés no chão. Tentando se lembrar de que é só um ser humano, tão suscetível ao erro quanto o Juiz de futebol que marcou pênalti contra seu time.
(unhas, pés. Outro dia meu sobrinho cansado de procurar um cortador de unhas, roeu as unhas dos pés, kkkk. Não me lembro de ter tido um dia aquela elasticidade).
Fica rodeando esperando que o tempo passe e aquilo que se espera aconteça. Nesse meio tempo entre a espera e o acontecimento você tenta, de todo jeito criar algo, mas nada surge, é como espremer bagaço de laranja. Sua cabeça gira em torno daquilo como se fosse a coisa mais importante do mundo, aquilo te cega de um tanto que passa a crer que irá definir sua vida.
Vocês já brincaram de pião? É mó legal nas primeiras vezes, depois você sente um tédio, porque pião não exige muito a criatividade. Aquela coisa fica ali girando, girando, girando... O legal do pião é o arremeço, e só. Mas, ainda o arremeço depois de certo tempo cai no marasmo, você começa a ter preguiça de enrolar aquele fio, que agora parece até ter esticado magicamente.
Essa falta de vontade, gerado pelo tédio da rotina do pião, em que o objetivo é um só, fazê-lo girar, que faz você buscar coisas novas, mais desafiadoras.
As expectativas por sua vez geram uma esperança “paridora”, você engravida do sonho. (imagine parindo aquela mansão que sonha em ter... Não posso imaginar nem parindo um filho, “Senhor, obrigado por ser homem”)
A expectativa te faz preparar-se para receber. Os pais ansiosos em ter o filho tão desejado arrumam a casa, prepara um quarto. Compra roupas, ou seja, cria um espaço, abre um lugar para a criança. Essa criança existe antes de verem seu rosto, já tem um nome, às vezes um time de futebol (roupa de time em criança é tão cafona, mas qual pai que não é cafona?)... Quando ela nasce os pais olham para ela e matam saudades, como se fosse um parente que já visitara a casa e, depois de uma longa estadia longe, retorna cheio de abraços e cafunés. Esse amor do esperar vir a existir cria um ambiente que recebe com carinho o que se espera.
A expectativa é fértil, a ansiedade é capada. A expectativa faz você irradiar como luz do sol, a ansiedade te coloca pra dentro, você age como se colocasse flechas inflamadas apontadas para ti mesmo. A expectativa aduba a felicidade, a ansiedade te faz sofrer duas vezes. (Meu, alguém manda esse texto para Ana Maria Braga, ela precisa lê-lo na abertura do programa)
É cômico, porque se parar pra pensar não faz sentido sofrer por antecipação, sofrerá duas vezes, certeza. Pois a produção cai com tanta pressão. Isso te faz pensar que é sozinho, porque ninguém sente o que você está sentindo. O desprender-se faz com que as coisas sempre fluam.
Você conhece gente que não sabe descansar? Sabe aquele povo que vai a sua festa e quer limpar? “deixa que eu lave os pratos”, Você diz: “não precisa, eu lavo depois”, a pessoa insiste, você é obrigado a permitir se não é capaz desse sujeito virar seu inimigo. (jogar um avião na sua casa). Hehehehehe, que coisa angustiante. O cara sente que tem a obrigação de fazer alguma coisa até em momentos de lazer, é como se fosse um eterno funcionário. Tem que sempre cumprir missão, sente a necessidade de tapar todo problema que eventualmente ocorra, são esses seres que no fim diz: (leia com voz de retardado) “mas, eu fiz tanto e ninguém reconhece”. Seria cômico se não fosse trágico!!!
São seres de projetos inacabados e visão curta, porque nunca vai dar cabo a nenhum projeto seu, sempre vai surgir um problema alheio que o arrastará a corrigi-lo por uma obrigação condenatória. O “estar só” se torna um sofrimento terrível, o sujeito se torna tão ansioso que não suporta encontrar-se consigo mesmo, relaxar, ficar em silêncio, não se permite jogar conversa fora. Fica sempre pensando nas coisas que virão, se desliga do agora, que lhe causa frustração, para pensar em um futuro que o aterroriza tanto, também. Porque ainda é uma possibilidade, até fantasia que o futuro pode ser melhor, mesmo sem projetos em longo prazo.
Já vi tanta gente se desgastar com a preocupação do futuro. Amigos meus, que sofreram tanto em cursinho pré-vestibular, (ainda não inventaram jeito melhor de professor ficar rico), pois queriam entrar na tão bem estruturada, maravilhosa, Universidade Federal. Abriram mão de tanta coisa importante, porque naqueles momentos o mais importante era o foco de entrar na faculdade (com razão). Meu medo sempre, em qualquer situação que gera ansiedade, que antecede uma expectativa super-valorizada, é a frustração. Imagina, chega lá se depara com uma condição não correspondente a sua idealização.
O problema é esse, o idealizar. Essa mania americana (falo do continente americano), de achar que sempre no fim vai dar certo. Nem sempre as coisas saíram como nos queremos, as expectativas não impedem que o acaso aja, como diz Luis dos Anjos, Bispo da minha igreja, somos conhecidos não pela nossa ação, mas pela nossa reação. Como lidamos com aquilo que nos é apresentado sem nosso controle.
Lembro uma vez em que passávamos pela pior crise financeira da minha casa, e como toda crise financeira essa não veio sozinha, gerou tantos problemas mas, que não cabem citá-los nesse texto. Minha mãe desesperada com as contas chegando resolveu (como se tivesse outras opções) virar vendedora de tupperware. E como é sabido por todos trabalhar com esses produtos só vinga se criar uma equipe, com pessoas vendendo pra você e pessoas dispostas a pagar R$30, 00, em uma jarra de suco. Pois então, minha mãe chamou as vizinhas, correu o bairro todo convidando as pessoas, convidou umas dondocas que ela conhecia, organizou o salão ao lado de nossa casa, que antes era sua loja, agora falida. Fez uma receita nova de bolo de mandioca, e tantos outros quitutes, comprou refrigerante, fez suco.
As 5h00min, meia hora antes do combinado com as suas amigas, a representante da tupperware em Mato-Grosso estava em minha casa, com o carro abarrotado de produtos e brindes que seriam distribuídos naquele dia. Minha mãe de fato tinha tido a melhor das expectativas, esperou que naquele dia fizesse bons contatos. Mas, o que aconteceu foi que o horário combinado chegou e ninguém apareceu, ninguém mesmo... Lembro-me de vê-la sentada em uma cadeira de carvalho, naquele salão vazio, cheio de cadeiras também vazias, ao lado da representante com olhos angustiados. E de comentar depois do fato de nem minhas tias haverem comparecido.
É provável que minha mãe nem se lembre disso, porque foi e vendeu muitos produtos, inclusive para as furonas das minhas tias... Para ela essa expectativa frustrada não gerou nada que não pretexto para continuar batalhando e pagar as contas que não paravam de bater na porta. É claro que ela se sentiu mal quando faltaram, ela criou um ambiente para aquilo acontecer, mas eu penso que já devia seguir a filosofia Adriane Galisteu, “No fundo do poço há uma mola”, hehe
Como manter um equilíbrio? Há um versículo bíblico que diz que a cada dia cabe seu mal, isso muda a visão, mas se não ouvida atentamente você pode justificar uma irresponsabilidade quanto ao próprio futuro. O que eu entendo é que você pode mudar o futuro com o hoje, mudar o que está perto de você, o dia de hoje. Amanhã e ontem não existem. Você se torna uma pessoa mais realista, passa a não fantasiar, vive de verdade. Encontra-se consigo, com seus medos, limites e potencialidades.
“O teu maior erro é sua maior virtude canalizada de forma errada”
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Pau-rodado em curva de rio
Você já prestou atenção que quando está ansioso para que algo aconteça você não produz absolutamente nada? Fica ali roendo suas unhas sentindo a dor de fazer isso para que talvez com a dor se lembrar de ficar com os pés no chão. Tentando se lembrar de que é só um ser humano, tão suscetível ao erro quanto o Juiz de futebol que marcou pênalti contra seu time.
(unhas, pés. Outro dia meu sobrinho cansado de procurar um cortador de unhas, roeu as unhas dos pés, kkkk. Não me lembro de ter tido um dia aquela elasticidade).
Fica rodeando esperando que o tempo passe e aquilo que se espera aconteça. Nesse meio tempo entre a espera e o acontecimento você tenta, de todo jeito criar algo, mas nada surge, é como espremer bagaço de laranja. Sua cabeça gira em torno daquilo como se fosse a coisa mais importante do mundo, aquilo te cega de um tanto que passa a crer que irá definir sua vida.
Vocês já brincaram de pião? É mó legal nas primeiras vezes, depois você sente um tédio, porque pião não exige muito a criatividade. Aquela coisa fica ali girando, girando, girando... O legal do pião é o arremeço, e só. Mas, ainda o arremeço depois de certo tempo cai no marasmo, você começa a ter preguiça de enrolar aquele fio, que agora parece até ter esticado magicamente.
Essa falta de vontade, gerado pelo tédio da rotina do pião, em que o objetivo é um só, fazê-lo girar, que faz você buscar coisas novas, mais desafiadoras.
As expectativas por sua vez geram uma esperança “paridora”, você engravida do sonho. (imagine parindo aquela mansão que sonha em ter... Não posso imaginar nem parindo um filho, “Senhor, obrigado por ser homem”)
A expectativa te faz preparar-se para receber. Os pais ansiosos em ter o filho tão desejado arrumam a casa, prepara um quarto. Compra roupas, ou seja, cria um espaço, abre um lugar para a criança. Essa criança existe antes de verem seu rosto, já tem um nome, às vezes um time de futebol (roupa de time em criança é tão cafona, mas qual pai que não é cafona?)... Quando ela nasce os pais olham para ela e matam saudades, como se fosse um parente que já visitara a casa e, depois de uma longa estadia longe, retorna cheio de abraços e cafunés. Esse amor do esperar vir a existir cria um ambiente que recebe com carinho o que se espera.
A expectativa é fértil, a ansiedade é capada. A expectativa faz você irradiar como luz do sol, a ansiedade te coloca pra dentro, você age como se colocasse flechas inflamadas apontadas para ti mesmo. A expectativa aduba a felicidade, a ansiedade te faz sofrer duas vezes. (Meu, alguém manda esse texto para Ana Maria Braga, ela precisa lê-lo na abertura do programa)
É cômico, porque se parar pra pensar não faz sentido sofrer por antecipação, sofrerá duas vezes, certeza. Pois a produção cai com tanta pressão. Isso te faz pensar que é sozinho, porque ninguém sente o que você está sentindo. O desprender-se faz com que as coisas sempre fluam.
Você conhece gente que não sabe descansar? Sabe aquele povo que vai a sua festa e quer limpar? “deixa que eu lave os pratos”, Você diz: “não precisa, eu lavo depois”, a pessoa insiste, você é obrigado a permitir se não é capaz desse sujeito virar seu inimigo. (jogar um avião na sua casa). Hehehehehe, que coisa angustiante. O cara sente que tem a obrigação de fazer alguma coisa até em momentos de lazer, é como se fosse um eterno funcionário. Tem que sempre cumprir missão, sente a necessidade de tapar todo problema que eventualmente ocorra, são esses seres que no fim diz: (leia com voz de retardado) “mas, eu fiz tanto e ninguém reconhece”. Seria cômico se não fosse trágico!!!
São seres de projetos inacabados e visão curta, porque nunca vai dar cabo a nenhum projeto seu, sempre vai surgir um problema alheio que o arrastará a corrigi-lo por uma obrigação condenatória. O “estar só” se torna um sofrimento terrível, o sujeito se torna tão ansioso que não suporta encontrar-se consigo mesmo, relaxar, ficar em silêncio, não se permite jogar conversa fora. Fica sempre pensando nas coisas que virão, se desliga do agora, que lhe causa frustração, para pensar em um futuro que o aterroriza tanto, também. Porque ainda é uma possibilidade, até fantasia que o futuro pode ser melhor, mesmo sem projetos em longo prazo.
Já vi tanta gente se desgastar com a preocupação do futuro. Amigos meus, que sofreram tanto em cursinho pré-vestibular, (ainda não inventaram jeito melhor de professor ficar rico), pois queriam entrar na tão bem estruturada, maravilhosa, Universidade Federal. Abriram mão de tanta coisa importante, porque naqueles momentos o mais importante era o foco de entrar na faculdade (com razão). Meu medo sempre, em qualquer situação que gera ansiedade, que antecede uma expectativa super-valorizada, é a frustração. Imagina, chega lá se depara com uma condição não correspondente a sua idealização.
O problema é esse, o idealizar. Essa mania americana (falo do continente americano), de achar que sempre no fim vai dar certo. Nem sempre as coisas saíram como nos queremos, as expectativas não impedem que o acaso aja, como diz Luis dos Anjos, Bispo da minha igreja, somos conhecidos não pela nossa ação, mas pela nossa reação. Como lidamos com aquilo que nos é apresentado sem nosso controle.
Lembro uma vez em que passávamos pela pior crise financeira da minha casa, e como toda crise financeira essa não veio sozinha, gerou tantos problemas mas, que não cabem citá-los nesse texto. Minha mãe desesperada com as contas chegando resolveu (como se tivesse outras opções) virar vendedora de tupperware. E como é sabido por todos trabalhar com esses produtos só vinga se criar uma equipe, com pessoas vendendo pra você e pessoas dispostas a pagar R$30, 00, em uma jarra de suco. Pois então, minha mãe chamou as vizinhas, correu o bairro todo convidando as pessoas, convidou umas dondocas que ela conhecia, organizou o salão ao lado de nossa casa, que antes era sua loja, agora falida. Fez uma receita nova de bolo de mandioca, e tantos outros quitutes, comprou refrigerante, fez suco.
As 5h00min, meia hora antes do combinado com as suas amigas, a representante da tupperware em Mato-Grosso estava em minha casa, com o carro abarrotado de produtos e brindes que seriam distribuídos naquele dia. Minha mãe de fato tinha tido a melhor das expectativas, esperou que naquele dia fizesse bons contatos. Mas, o que aconteceu foi que o horário combinado chegou e ninguém apareceu, ninguém mesmo... Lembro-me de vê-la sentada em uma cadeira de carvalho, naquele salão vazio, cheio de cadeiras também vazias, ao lado da representante com olhos angustiados. E de comentar depois do fato de nem minhas tias haverem comparecido.
É provável que minha mãe nem se lembre disso, porque foi e vendeu muitos produtos, inclusive para as furonas das minhas tias... Para ela essa expectativa frustrada não gerou nada que não pretexto para continuar batalhando e pagar as contas que não paravam de bater na porta. É claro que ela se sentiu mal quando faltaram, ela criou um ambiente para aquilo acontecer, mas eu penso que já devia seguir a filosofia Adriane Galisteu, “No fundo do poço há uma mola”, hehe
Como manter um equilíbrio? Há um versículo bíblico que diz que a cada dia cabe seu mal, isso muda a visão, mas se não ouvida atentamente você pode justificar uma irresponsabilidade quanto ao próprio futuro. O que eu entendo é que você pode mudar o futuro com o hoje, mudar o que está perto de você, o dia de hoje. Amanhã e ontem não existem. Você se torna uma pessoa mais realista, passa a não fantasiar, vive de verdade. Encontra-se consigo, com seus medos, limites e potencialidades.
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8 comentários:
Douglas, finalmente vc nos presenteou com mais um texto, demorou mais valeu a pena! concordo com tudo o que vc disse, e essa ansiedade por antecipação parece que não tem como desvincular. Eu sofro demaaaais por antecipação, daquelas que imagina a cena, cria uma história, se tem um concurso sexta eu já imagino a escola, as pessoas, a sala, os examinadores, tudo, só pra ter ctz quando chegar de que era completamente diferente daquilo que eu imaginava! Enfim, OAB bem aí, eu me sinto tãão pressionada com ela que não estudo nada, é igual prova na segunda, eu estudo pra prova de sexta, mas a da segunda tá tão perto, tão difícil, não vai ter como estudar, que vou mal na da sexta e da segunda.. enfim, temos que aprender a controlar certas coisas e deixar que a vida tome seu fluxo com mais naturalidade. JÁ ESPERO O PRÓXIMOOOO!
Aihnm Doug, ADOREI ADOREI, alias vc sabe como gosto das coisas q vc escreve. Esse texto veio direeetamente para oq estou passando/sentindo, rs a pressão da chegada deste ultimo ano,das escolhas,enfim.. Esse trecho:"Porque ainda é uma possibilidade, até fantasia que o futuro pode ser melhor, mesmo sem projetos em longo prazo. Já vi tanta gente se desgastar com a preocupação do futuro." É perfeito!, diz tudo, rs.
Aff..dá até angústia..
Mas tenho tentando agir assim:
"Você se torna uma pessoa mais realista, passa a não fantasiar, vive de verdade. Encontra-se consigo, com seus medos, limites e potencialidades." Nem sempre tenho conseguido, mas ja esta valendo tentar..essa frase(de msn) fechou com chave de ouro. “O teu maior erro é sua maior virtude canalizada de forma errada”
Sara, eu sou desses também. Eu crio diálogos, falas, crio nomes e rostos na cabeça. Crio justificativas, crio conversas, cheias de frases de efeitos para ser decepcionado com a verdade depois...
A verdade sempre é a melhor decisão, analisar as coisas através de dados, e não em crenças irracionais(psicologia comportamental total), do tipo vai tudo pro brejo da vaca...
obrigado por comentar...
hehehehe
: >
Camila, estamos em um nivel da faculdade onde já nos exigido muitas coisas, temos que optar por coisas que tememos odiar dali três dias. Estamos pressionados a tomar um lugar ao sol, conquistar um campo profissional tão difici, pela amplitude de possibilidades. Onde é exigido que já saibamos muito. E quer saber? já sabemos muito, somos uma reforma maravilhosa, o projeto está caminhando logo, estaremos só com os acabamentos (mestrado, cursos, doutorado)
o relaxar e aproveitar a viajem também é importante, se estivermos só preocupados em tirar fotos para mostrar para os amigos e familiares esqueceremos de aproveitar a a paisagem....
obrigado por comentar, até o próximo..
: >
Dougllllaasss. ficou muitoo legal seu texto. O pior eh q tudo escrito aí é a mais pura verdade. MAs como evitar? eu pelo menos nao consigo não sofrer por antecedência. É automaticoo! ahiuhusuai Vou levar para minha análise! hahuiahuh
beeiijoos =**
Miguxooo!!!! Amei...ótima analogia entre expectativa e ansiedade, nunca tinha parado pra pensar nisso...enquanto lia pensava nos nossos tempos de escola - bons tempos viu, sinto saudades!! Me lembrei de um trabalho que a gente fez para a feira cultural, uma maquete do rio Cuiabá lembra!?! na ksa da Pierri...todos lá e eu achando que não iamos conseguir...o tempo passava e eu na ansiedade de ver logo tudo pronto...e no final acabou dando tudo certo... Todo mundo tem um pouco de ansiedade, mas é preciso ter uma visão gerencial de toda a situação, ou como diz meu professor: "Precisamos ter a visão do negócio" e não nos precipitarmos na tomada de decisão...olha como é a nossa mente, enquanto estou aqui comentando me veio a cabeça as entrevistas para emprego...eu praticamente sou quase formada nisso, de tantas que já participei e a maioria das pessoas respondem que um de seus pontos negativos é a ansiedade...acho que os psicologos já estão cheios de escutar isso...enfim...já estou na expectativa do próximo viu!!!
Maíra, eu sou dos irresponsáveis. Hehehehe... Nem sofro antes, sofro depois. Por não ter me preparado mais para algo, enfim... Mas, sabe de uma coisa no fim sempre dá certo... hehehhe
Deus te abençõe por ivestir seu tempo em ler e comentar o meu texto,
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Anaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, hehehehheehehehhe
eu passo pela ponte tdos os dias, ou três vezes na semana, aquela do porto que retratamos... eu me lembro sempre daquilo, lembro de todas as discussões... no fim deu certo...
heheheh hein, acho que essa história de "eu sou ansioso" ou "eu sou perfeccionista" já deu... o estágio que faço na Rede Drogaria américa e como psicológo organizacional,(no recrutamento e seleção, e outras coisitas) e lá tem um monte desse tipo... hehehhehe
obrigadão por ler meu blog, sinto que nos conhecemos mais com cada discusão proposta pelos temas,
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